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Como lidar com o medo
da falha?

Gente, vamos lá! Vamos criar um movimento de coragem para arriscarmos mais e falar “parece errado, mas eu vou tentar mesmo assim e ver no que vai dar”. Coragem também pra levantar a mão naquela reunião de brainstorm e dizer “eu tenho uma ideia!”. Porque como dizem, o não a gente já tem. Às vezes vão achar nossa ideia besta, ou que não tem nada a ver com nada – quase sempre aliás. Mas as vezes é o que vai salvar ou impulsionar um projeto, e não tem nada melhor do que o orgulho de saber que ter se arriscado valeu a pena.

“E se não valer? E se eu me arrisquei e não deu certo?”. Paciência, caro gafanhoto. Levanta a cabeça, respira fundo, pratique o perdão a si mesmo, e parte pra próxima.  

Foto: Pôster do filme / Netflix


Um dos grandes bloqueios na hora de exercer a criatividade, de acordo com a pesquisa feita pelo neurocientista David Eagleman, para o filme da Netflix “Como o Cérebro Cria”, é a nossa briga interna com a falha. Temos muito medo de falhar, e vemos o ato de falhar como uma coisa muito pesada e negativa. CHEGA! Todo mundo já disse que quando dá errado é bullshit! Dane-se o que dá errado. Começa a aplicar as teorias que a sua vida VAI MUDAR! Ok? Vamos focar no fazer, viver, experimentar e ver no que dá!

>> MOMENTO MEDITAÇÃO IH!CRIEI FALANDO COM VOCÊ! <<

Tire o peso do ato de falhar, seus ombros ficarão muito mais leves, você vai ver que na hora de deixar as ideias fluírem, vai se julgar menos, ter menos medos, e é ai que as ideias mais fantásticas vão aparecer ou que, no mínimo, sua vida vai ficar mais cheia de histórias e mais interessante.

Além do documentário “Como o Cérebro Cria”, citado e super recomendado, assista ao filme dinamarquês “Homem de Sorte”, também na Netflix;  vale a pena as quase 3 horas de filme para você entender o que é um sonho, um sonhador e um quase realizador. O que é criar. O que é fazer. O que é não dar tão certo, mas dar…

Poster do filme “Um Homem de Sorte”, de Bille August (2018)

Portanto, se depender da gente aqui do @ihcriei, desistir é a última coisa que você vai fazer. Arregaça as mangas, pega o caderninho e caneta e o kit de coisas a serem feitas e mãos a obra! E continue aprendendo com seu cérebro!

Arte da capa: H om

Entendendo a aplicação
da criatividade na vida e no mundo

Eu acho que é possível “aplicar” a criatividade em todas as áreas da vida, trabalho, relação interpessoal, roupa que vai usar, presente que vai comprar, rango que vai preparar, etc. Ou seja, temos a todo momento a possibilidade – e o convite – de explorar a criatividade! Esse exemplo abaixo não é novo, mas demonstra claramente do que somos capazes.

A ideia foi do casal de designers Anna Citelli e Raoul Bretzel que resolveram criar uma cápsula orgânica que transforma um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore.

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Veja a ideia em vídeo:

De forma geral, como se chegou a essa ideia? Vamos lá. Primeiro, temos um problema (os gigantescos cemitérios que só ocupam espaço na terra e não geram um ambiente muito agradável de se visitar); depois uma ideia meio louca que tem potencial de ser aceito por um grande número de pessoas (sim, isso conta para que a ideia se dissemine) e então a criatividade de unir coisas de uma forma diferente (a morte, decomposição e sustentabilidade). Genial! Entendeu mais ou menos como usar a criatividade? Problema >> Conexão >> >> Impacto >> Distribuição.

Agora, se as pessoas adotarem sua ideia (e ainda replicado), pode de ter sido uma ideia inovadora. Caso contrário, foi uma ideia criativa, que está aí disponível a quem quiser. Agora o resultado da sua ideia nunca deve ser o motor de criação, ok?

Portanto, comece a pensar que pra “tudo nessa vida, há um jeito”, inclusive pra sua – caso você não esteja lá muito empolgado com o que tem em mente ou feito, ou caso você queira colocar em prática suas ideias.

Arte da capa: Vários 

Por que o símbolo da criatividade
é uma lâmpada?

Qual é a primeira imagem que vem na sua cabeça quando você pensa nas palavras “ideia” e “criatividade”? Normalmente, pensamos em algo parecido com isso:

Imagem Internet: Ponpoka

Vamos finalmente desvendar porque usamos tanto esse clichêzão e porque associamos a lâmpada com ser criativo, ter boas ideias, criatividade no geral. Vamos lá?

Pra começar a cavar afundo nesse assunto, temos que fazer as perguntas básicas: O que é luz? Onde encontramos ela? A resposta: em TUDO. Pense na luz do sol. Pense no sentimento de frio e até tristeza que podemos ter em um dia nublado. Na cor forte das flores – sim, a cor só tem as intensidades que tem por conta da luz que bate nos objetos – ensinamentos das aulas de física e química da época da escola.

Tá, mas e daí? Qual é a conexão entre um e outro?

Para a iluminadora Ligia Chaim, que trabalha com Lighting Design – termo de arquitetura (que está entre as 5 áreas da Economia Criativa) significa a ideia de iluminar o ambiente da forma mais criativa possível casando técnica e estética. “A luz é algo espiritual. Nós temos nossa própria luz interior e nossa sensibilidade para sentir a luz no mundo. Vai além de saber a técnica, de saber como montar um foco de luz, de posicionar um holofote. É do espírito”, explica. Papo de quem ama o que faz, né? Calma, vamos fazer você entrar na vibe e espírito que a Ligia está querendo mostrar.

O pensamento dela nos traz mais perto de entender por que temos a lâmpada como símbolo da criatividade. A criatividade também é algo espiritual – não querendo dizer que você não precisa exercitá-la, hein! ela emerge de dentro de nós, de nossas experiências, referências, pontos de vista. Somos tocados pela luz exterior, pelas vivências, e então, começa a brotar uma ideia.

A relação entre uma luz se acender e o aumento da criatividade foi estudada pelo pesquisador e psicólogo Michael Slepian na Universidade Tufts, em Massachusetts, nos Estados Unidos. Partindo do mito da caverna de Platão, onde é necessário sair da caverna – do escuro para ir à luz – para conseguir enxergar e entender o mundo. O pesquisador junto com seus colegas criou dois experimentos para testar a relação entre uma lâmpada e os famosos insights.

E aí, o que achou? Vamos agora entender o que é, como foi e o que resultou a experiência de Michael. Vamos lá?

Experimento 01 – parte 1:

73 universitários sentados na frente de um computador, assistiam dez palavras passando na tela, como flashes, associadas com a ideia de insight, assim como criar, conceber, visualizar, outras dez palavras, e mais vinte imagens não associadas a palavras, como símbolos ou formas. Depois disso, pediram para os alunos responderem o mais rápido e assertivamente se o que eles viram eram palavras ou não.

Enquanto os alunos estavam prestando atenção na tela do computador, duas luzes foram acendidas na sala, uma para cada grupo, sendo uma lâmpada incandescente, sem nada cobrindo ela, e a outra a luz normal, fluorescente, de teto da sala.

Resultados:

Os alunos que foram expostos a lâmpada incandescente tiveram respostas e reações mais rápidas quando as palavras ligadas a ideia de insight apareciam na tela, dando a entender de que realmente existe uma conexão entre a ideia de insight e criatividade na nossa mente que é ligada a luz de lâmpadas – as mais velhas, redondinhas e amareladas.

Experimento 01 – Parte 2:

Na segunda parte do experimento os alunos receberam problemas de matemática, linguagem e problemas espaciais para resolver e tiveram as mesmas luzes – a lâmpada e a luz de teto da sala, acessas mais ou menos na metade do processo em que eles estavam resolvendo os problemas.

Resultados:

Os alunos resolveram os problemas de forma mais rápida, ou mais vezes, com a luz da lâmpada do que com a da sala. Portanto, o nosso ambiente pode influenciar muito em nossa criatividade.

“Eu me surpreendi muito com o fato de que esses resultados mostram que algo que seja simplesmente elusivo ao processo do insight pode ser influenciado por mudanças muito pequenas e simples no nosso ambiente.” afirmou Slepian para o LiveScience, um portal de notícias ligado a ciências.

Experimento 02 – Parte 1:

Pra tirar a dúvida de se a qualidade da luz da sala era ruim, os pesquisadores refizeram o experimento usando a lâmpada sem nada e depois com a mesma lâmpada coberta com uma cúpula (igual aquelas de abajur).

Resultados:

Os alunos continuaram tendo a melhor performance quando a luz descoberta era usada.

Essa pesquisa ajuda a mostrar o quão enraizada está a noção de uma lâmpada com ter ideias, insights e o pensamento criativo. É por essa razão, pelo símbolo, que os alunos responderam melhor com a lâmpada exposta. Isso está ligado ao que os psicólogos chamam de Efeito Priming ou de Pré-Ativação – onde um estímulo influencia a resposta a outro estímulo –  de conexões cerebrais, como por exemplo quando vemos uma maleta e associamos a negócios, ou quando vemos a cor vermelha e associamos a sangue. O vídeo “Don’t Hug me, I’m Scared” (clique aqui para ver) é extremamente ilustrativo e explica como surge a criatividade: de tudo.

Que tal, da próxima vez que estiver travado no seu processo criativo, você acender uma lâmpada – se ainda tiver dessas em casa – e ver o que acontece? Ah, só não esquece de contar pra gente se de fato ajudou! 😉

Pesquisa: LiveScience
Arte da capa: MUTI

Vanessa Greco ensina 7 maneiras de aplicar a criatividade

Quando alguém te pergunta “Você se considera criativo?”, que você normalmente responde? Sim, talvez, não sei? Vanessa Almada Greco, professora e gestora de talentos e desenvolvimento organizacional , diz que as respostas costumam se dividir como no gráfico abaixo:

E por que será que temos dificuldade de nos considerarmos criativos? E acredite ou não, até os profissionais que trabalham em algumas das 15 áreas da Economia Criativa, em algum momento de sua carreira, vão dizer que não são criativos – uma espécie de “crise de esgotamento criativo”, tema que podemos abordar em outro artigo. Mas, o fato é que criatividade é erroneamente atrelada a um dom (sim, ainda continuam acreditando nisso em pleno século XXI, cê acha?!), quando na realidade é uma característica humana inata (que nasce com a gente) e, que para muitos, também é considerada uma habilidade a ser despertada – principalmente por para aqueles que praticam ou desenvolvem ao longo de sua vida, uma coisa que alimentamos e retro-alimentamos o tempo todo.

O erro está em a gente se comparar a nomes de famosos como o cientista Albert Einstein, a cantora Lady Gaga, inventor Steve Jobs ou Thomas Edison, e por aí vai. Lembre-se: eles foram/são pessoas como você, que apenas se dedicaram a fazer aquilo que mais amavam, tinham muito talento para, e conseguiram ter sucesso em compartilhá-la. A ideia central desses profissionais era o de estar sempre buscando fazer ou descobrir coisas que ainda não existiam ou que ninguém havia feito como eles fizeram. E você pode ser ou fazer algo nesse sentido também.

“Atrelamos muito a criatividade às artes e/ou habilidades que pensamos não sermos capazes de atingir. E ai, quando nós nos comparamos com grandes nomes, vemos que estamos longe de chegar naquele nível, mas não nos comparamos com o nosso próprio potencial, com o nosso contexto, e acabamos afastando a ideia de que nem todos podem ser criativos”

– afirma Vanessa Greco

A criatividade é algo que a gente pode praticar, entender, ampliar e usar ao nosso favor. Porém, ela é tolhida ao longo da nossa educação, no qual só nos é permitido usar, em alguns momentos específicos da vida, ou pra o tal “tem hora pra isso”. Por exemplo, na aula de Artes, no curso de teatro, em alguma atividade mais artística. Por isso, preste atenção nas dicas que Vanessa compartilhou com a gente, e comece a confiar que você pode ser o próximo inventor, criador ou desenvolvedor de algo que ninguém fez antes como você irá fazer.

1) NÃO TENHA PREGUIÇA DE EXPERIMENTAR E CONHECER COISAS NOVAS… AUMENTE O SEU REPERTÓRIO DE EXPERIÊNCIAS

O nosso repertório é como se fosse uma bagagem de mão do nosso cérebro. São coisas que precisamos e que, a qualquer momento, poderemos precisar usar. Para deixar essa bagagem mais criativa, você precisa viver experiências diferentes das que viveu até agora e se nutrir de coisas novas, de âmbitos distintos e, assim, aumentar a variedade dos “itens” da sua bagagem.

Como ter mais repertório? Busque por novos estímulos. Algumas ideias simples como comer de forma diferente (usando colher ou outros tipos de talheres), provar comidas diferentes, escutar novos estímulos musicais, fazer um passeio que você nunca fez. A melhor forma de memorizar o novo item da bagagem é usar os sentidos.

2) VOCÊ PRECISA ACREDITAR QUE VOCÊ É CAPAZ

Olhe para suas crenças. Se toda vez que o tema CRIATIVIDADE surgir, você pensar negativamente sobre sua relação criativa consigo mesmo, você vai se acomodar, vai querer resolver os problemas da forma mais comum e mais fácil. Então, é preciso mudar a crença a respeito de si mesmo e de como você aceita (ou não) os padrões ao seu redor. O quanto você quer ser uma pessoa criativa e fazer com que isso seja não um talento seu, mas algo que você sabe que é capaz….pois é natural! É do ser humano, certo? 😉

3) FORCE SEU CÉREBRO A PENSAR DIFERENTE

Nosso cérebro é meio bobo, ele acessa emoções como se o ocorrido estivesse acontecendo naquele momento. Sabe quando você teve um noite maravilhosa com quem ama, e no dia seguinte você ainda se sente bobo? Ou quando alguém te causou um prejuízo e você insiste em trazer o sentimento à tona sempre que lembra? É assim que a gente funciona, trazendo emoções passadas e expectativas futuras para o aqui e agora.

Porém, na hora de SER CRIATIVO precisamos mostrar para nós mesmos, que não importa as emoções que vivemos no passado que vetaram nossa criatividade ou das ideias que todos acharam tolas…nós precisamos reorganizar nossas emoções e mostrar que o que não deu certo um dia, pode dar certo hoje e isso vale na hora de elevar sua autoconfiança criativa. Aí você nos questiona: “fácil falar, difícil fazer”. Ué, desde quando alguma coisa que você fez, foi fácil de fazer? Por isso, assim que sua mente começar a trazer lembranças, olhe e fale: “Aham, ok, mas isso já passou ou isso não existe. Deixa eu trabalhar AGORA, porque é o agora que importa!”.

Tem um ditado que fala: Quem acerta, não questiona. Isso significa que quando você acerta a ideia ou uma ação, você não faz perguntas, reflexões. Ok, isso pode e vai acontecer. Mas não sempre e nem toda hora. Por isso, a partir dos erros que você viveu e vai viver, aproveite pra evoluir, é o chamado da verdade pra fazer diferente. E ser criativo…é fazer diferente? Captou!?

4) APROVEITE OS PROBLEMAS PARA CRIAR NOVAS SOLUÇÕES, E FOQUE EM PROBLEMAS ESPECÍFICOS

Nós somos induzidos a dar respostas baseadas no que nós já conhecemos. Nosso cérebro preenche lacunas pois ele não lida bem com lacunas, então surgiu um problema, a tendência é ele ir preenchendo com soluções prontas – sem ter que pensar muito. Aí vem a turma toda:, a imaginação, crenças, experiências passadas. Para que essa reorganização funcione, precisamos fazer com que os problemas sejam trabalhados de forma a trazer soluções não testadas. E de preferência, que sejam bem pontuais. Uma de cada vez. Por exemplo, “vou ajudar a resolver a fome das crianças na instituição x do meu bairro“, ao invés de “quero resolver a fome do mundo.”  Ao fazer isso, conseguimos traçar um plano de como agir, e fica mais fácil ver resultados.

5) SE DESCONECTE DO PROBLEMA

Sabe….por mais que a gente saiba que tem coisa que tem que esperar ou deixar rolar, a gente insiste em querer resolver pra ontem. Uma boa ideia para solucionar um problema, muitas vezes, só vem com a desconexão de você e esse problema. Viajar, sair pra ver alguém que você gosta, se permitir divertir, relaxar em prazeres que tragam algum sentido – não encher a cara e não lembrar do que fez, mas sim coisas que te fazem sentir a vida naquele momento e registrá-la….e aí você relaxa de verdade…e quando voltar para resolver o problema, a mente não estará sob estresse maléfico.

Criar é algo ligado a prazer, a liberdade, a fluidez. Então é preciso que você esteja assim também. Depois de clarear a mente, respirar fundo, voltamos com maior concentração e, talvez, novas ideias. No stress! Claro que há pessoas que também têm boas ideias sob pressão….mas aí é outro caso e, geralmente, se encontra a solução mais rápida – o tal do improviso – mas não necessariamente a melhor. Não dá pra saber. O que dá é que uma mente leve e relaxada, pensar melhor do que uma sob estresse e pressão.

6) É IMPORTANTE PEDIR A OPINIÃO DOS OUTROS

Pedir novas ideias, aquele famoso feedback, poderá te ajudar a melhorar na busca de uma solução. Às vezes, estamos tão ligados ao problema, que não conseguimos enxergar novos caminhos e possibilidades pra que ele seja resolvido. Mas, é importante ressaltar que você deve pedir a opinião de pessoas que querem seu bem, saibam exatamente do que você está falando, não irão te julgar e, apenas, apontar críticas construtivas, além de propor soluções levando em consideração o que você quer, e não o que ela acha melhor. Ou seja, escolha bem as pessoas na qual você vai pedir ajuda para que a solução seja criativa e dentro daquilo que você deseja.

7) PENSE NOS SEUS MOTIVOS – E PENSE POSITIVO!

Quando você coloca algum significado positivo no que você está fazendo, sua criatividade se eleva e se fortalece dentro de você. Afinal, por que você faria alguma coisa que não vai te ajudar, não vai significar nada? Quando você atrela um significado positivo, você traz junto a sua razão de estar criando ou resolvendo o problema x que foi destinado à você resolver! De um jeito ou de outro, o final é sempre positivo. Acredite!

Esses livros foram indicados pela Vanessa e são ótimas leituras que vão fazer você refletir sobre o desenvolvimento da sua criatividade. Compre o livro da Carol Dweck clicando aqui e o do Roberto Menna Barreto clicando aqui. (só pra lembrar, não estamos sendo patrocinados!)

E se você quiser saber como a criatividade acontece no seu cérebro, ASSISTA A ESSE DOCUMENTÁRIO – é curtinho! – da Netflix, “Como o Cérebro Cria” (2019). Clica aqui pra ver o trailer 😉

Foto da capa: Patricia Bernal

Quais são os 2 tipos de
criativos e qual você é?

Existem dois tipos de criativos na minha concepção: os que pensam e os que pensam e fazem. Qual você é? Se analisarmos a quantidade de ideias que ficam na cabeça das pessoas (ou mesmo na sua) e muito poucas que, de fato, acontecem, vamos chegar a um número baixo de execuções, certo? Afinal, qual será a diferença dos criativos que tem ótimas ideias e dos criativos que fazem essas ideias acontecerem? – Ou o que chamei de criativo-thinker e criativo-maker?

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Pratique a criatividade
usando a empatia

Diariamente somos pressionados para resolver problemas. Seja no trabalho ou na vida pessoal, o tempo todo lidamos com desafios e questões que nem sempre sabemos como resolver. Nos negócios, essa pressão ainda vem acompanhada de prazos e cobranças para que sejamos criativos e pensemos fora da caixa, fazendo mais com menos na hora de criar uma solução – e em muitas empresas vai ser assim por um bom tempo…. Certo? E o que geralmente acontece é que nos fechamos em nossos escritórios para enfim, pensar em algo diferente, esperando que o momento “ahá” surja. Mas será que tem um jeito mais eficiente de resolver problemas? 

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Como o lado racional e
emocional trabalham juntos?

Por Carol Fullen

Talvez você, como eu, já tenha usado o bordão #SouDeHumanas em alguma situação em que a competência ‘mais matemática’ tenha sido exigida. Ou vai dizer que não? Ou talvez tenha sido justamente o inverso. Você, de Exatas, talvez não tenha se sentido confortável quando chegou aquele convite para um brainstorming criativo. Aptidões, obviamente, existem. Não estou querendo dizer que isso é mito. Mas…

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Qual a cor dos seus óculos?

Por Marina Cassino de Almeida

Eu tenho certeza que você já viveu este filme antes: você está no seu trabalho ou na sua faculdade e um grupo de colegas está reunido para realizar determinada tarefa. De repente, uma situação delicada acontece e duas pessoas começam a discutir. Na hora de contar a versão para quem não estava ali, você, que presenciou a situação, tem plena convicção do que aconteceu. Mas, ao ouvir a versão da outra pessoa que também estava na mesma cena, percebe que ela teve uma interpretação totalmente diferente.

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Tb sou criativo!
Profissão: Produtora Audiovisual

Criatividade sempre foi uma palavra que eu particularmente evitava. Se alguém me perguntasse se eu me considerava uma pessoa criativa eu, sem dúvida, mudaria de assunto. Na minha opinião, ser criativo era algo reservado para os “gênios da lâmpada”. (Mal sabia eu que já estava usando minha criatividade para desviar o assunto).

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O que aprendi com a Geração Z?

Em 2018, várias cidades brasileiras foram tomadas por eventos mais do que bacanas na área da inovação, criatividade e empreendedorismo, no Dia Mundial da Criatividade. Foram oficinas, debates, palestras e mais um sem-número de atividades que deixaram o público antenado em tudo o que rola nesse turbilhão de novas informações. Ah, e tudo de graça!

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Gestão criativa e insights para
aprimorar a sua ideia

Você já parou pra pensar quanta gente está fazendo, pensando e compartilhando coisas diferentes? Mas, o interessante não é apenas “conhecer ou ler” sobre o que acontece por aí. E sim, pegar toda essa informação e aplicar nas suas ideias e projetos. No dia 21 de abril de 2019, aconteceu o Dia Mundial da Criatividade, e em 2018 nós estávamos lá, no Espaço 7 Criativo, em Campinas no Dia Mundial da Criatividade 2018 e vimos várias coisas legais que podem te ajudar a aprimorar a sua ideia. Aproveite esse conteúdo incrível que a gente buscou pra você!

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MAD MEN: O que a série me
ensinou sobre criatividade na prática?

UM RELATO PESSOAL

Você já assistiu a série MAD MEN? Se sim, ótimo, vai conseguir entender o artigo e relembrar a série. Se não, você pode ler o artigo e quando for ver a série já irá reparar ou lembrar do que foi dito aqui. (Está disponível na Netflix)

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