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O que achou? Bastante coisa, né? Pois a ideia inicial aqui é trazer um panorama de quais são as possibilidades de trabalho e suas funções. Como são muitas, escolhemos para este artigo a Pintura.

O inspirador mercado de PINTURA pode ser dividido em dois principais: o de pintura de quadros e o de pintura de paredes ou muros – não que esteja restrito a essas duas bases (parede e quadro) mas, de uma maneira geral, essas são as principais. O primeiro, geralmente é visto como uma arte mais sofisticada e cara, sabe aquelas famosas obras de arte, ou artes que são expostas em galerias e exposições? É isso! A arte em si ganha valor por conta de sua originalidade, beleza, singularidade do artista, além da criatividade, é claro. Os lugares onde essas artes são expostas também ajudam na valorização do seu preço de venda ou, ao menos, no reconhecimento daquele artista, o que ajuda muito na sua carreira.

No livro de John Hawkings, Economia Criativa – Como ganhar dinheiro com ideias criativas (ed.MBooks), ele diz que o mercado de artes é um tanto incomum por lidar com obras originais – algo que ninguém nunca viu antes, ou artes raras, que geralmente foram feitas no passado. Isso é outro aspecto valioso e que rende muito dinheiro.

E sabe qual é o modelo de negócio? O baseado na escassez. Vamos entender. Segundo Hawkings, diferente dos outros setores que buscam multiplicar e vender o maior número de cópias possíveis – filmes, música, artesanato, moda, etc – o objetivo da arte de Pintura em Quadro é se valorizar pelo pouco acesso. E ó, vale lembrar que essas artes valiosas não é só de gente morta não. Vejam um exemplo que saiu no Globo.com os valores da obra do artista britânico David Hockney.

E no Brasil, como anda o cenário? Vamos descobrir. Ainda em pesquisa no livro de Hawkings, as obras de arte também se constituem em uma das commodities mais roubadas. Apesar de trabalhos artísticos terem as qualificações para receberem direitos autorais – você pode comprar o direito autoral de um artista – quando se compra uma obra de arte, geralmente se compra só o objeto em si, e não o direito autoral ligado a ela, que continua sendo do artista – e no caso dos mortos – da família ou de quem ele vendeu ou deixou antes de morrer. O que significa na prática que o artista ou sua família podem/devem receber dinheiro sempre que houve transição financeira de uma obra ou uso dessa obra de forma comercial.

Arte da capa: Vários propriet. 

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Sobre Patricia Bernal

Sou fundadora e curadora do portal IH!CRIEI, apaixonada pela transformação que a criatividade humana pode impactar! Atualmente estudo o mercado criativo, transformação digital e tudo que envolve inovação em gestão e negócios criativos. Sou Jornalista, Fotógrafa, Filmmaker, Educadora e Palestrante, além de pesquisadora autônoma. Dentro de nossa classificação pra Economia Criativa, sou da área de Comunicação Instantânea, com especialização em conteúdo Multimídias e em StoryMídias, com especialização em Audiovisual. "Espero contribuir com um conteúdo que inspire e ajude as pessoas a fazer um melhor proveito da criatividade, gestão e autonomia de carreira e negócios nas áreas criativas e no mundo digital". Se quiser conhecer um pouco de meu olhar criativo, acesse www.patriciabernal.me

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