Onde posso trabalhar fazendo artesanato?

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É sempre bom você conhecer um panorama inicial das áreas que poderá trabalhar. Essas atividades são as mais consolidadas, mas nesse universo há tanta variedade que não caberia em um infográfico enxuto. Então, vamos explorar esse começo de tudo?

No artesanato você pode trabalhar com uma variedade absurda de matéria-prima: barro, couro, pedra, folhas, vidro, gesso, cerâmica, tecidos, madeira, metais, sucata, e transformados em bijuterias, bordados, mosaicos, velas, patchwork, caixas, papelaria e itens que não acabam mais.

COMO ANDA O MERCADO?

Os artesãos podem se organizar em núcleos de artesãos, associação, cooperativa, sindicato, federação e confederação. Talvez por isso seja tão complexo mapear e organizar tudo, mas a gente chega lá!

E como está esse universo no mercado brasileiro? Também estamos pesquisando e buscando trazer de forma mais fácil pra você tudo sobre esse mundo, mas a informações são muito diluídas entre os portais e bastante complexa. Por isso, calma, vamos te ajudar a entender de forma fragmentada essa imensidão de conteúdo – para você não desanimar ou se perder meio a tantas siglas, decretos, normas, bases, definições.

A área de artesanato é uma das mais livres em termo de formação, e uma das mais fáceis de se obter êxito sem ter um diploma. Se você gosta do que faz e tem habilidade com as suas mãos já é 70% caminho andado. Os outros 30% dividiríamos em muita prática e muito estudo autodidata, seja com livros, revistas, indo a eventos, e praticando e criando sua arte.

Segundo dados do Sebrae (2013) o nível de escolaridade dos artesãos: 20% tinham superior completo, 41% ensino médio completo e 20% fundamental completo. Dos entrevistados, 60% tinham o artesanato como principal fonte de renda.

COMO É TRABALHAR NESSA ÁREA NO BRASIL?

Em 2015, foram reconhecidos no Brasil, cerca de 10 milhões de artesãos que movimentaram cerca de R$ 70 bilhões por ano. Muitos desses artesãos passaram a abrir um CNPJ, via MEI (Micro Empreendedor Individual) e a trabalhar cada vez mais profissionalmente – embora uma boa parte dos artesãos ainda tome a profissão como hobby.

Vamos analisar mapeamento de base, organizado por Mirshawka, em seu livro, “Economia Criativa: Fonte de Novos Empregos (Volume 1)” (Ed. DVS).

Região Sudeste: Em Minas Gerais, o forte nesta região são os tapetes e colchas feitos em rear manual. Além disso, peças em estanho, além de pedras decorativas talhadas em diferentes tipos de minério. Já em São Paulo temos o tal do “artesanato urbano” que tem como matéria-prima resíduos dos mais variados tipos e que geram belíssimas peças, além das tradicionais cerâmicas ou trançados de fibras vegetais. Para quem é de São Paulo, precisa conhecer a SUTACO, que tem como missão difundir o artesanato no estado.

Região Centro-Oeste: foco no bordado e nas atividades relacionadas à madeira, barro, tapeçaria e trabalho com frutas e sementes. Animais de de porcelana e moringas de barro são bastante comuns no Mato Grosso.

Região Nordeste: O artesanato por esse região é rico e diversificado e muito comum estar relacionado ao barro e a madeira.

Região Norte: Muitos trabalhos com fibras, coquinhos, cerâmicas, pedra-sabão, barro, couro, madeira, látex, entre outros que acabam virando bichinhos, colares, brincos, cestarias, potes e muitos tens de decoração.

Em termos de número, o mercado mundial de artesanato mais sofisticado e avaliado em US$ 3 bilhões de dólares. Já o mercado de massa pode chegar a 15 vezes mais, ou seja, US$ 30 bilhões de dólares.

Viram a importância desse mercado para o sustento local, ou de pessoas que muitas vezes não tem acesso a uma educação com qualidade?

Arte da capa: Yukai Du

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Sobre Patricia Bernal

Sou fundadora e curadora do portal IH!CRIEI, apaixonada pela transformação que a criatividade humana pode impactar! Atualmente estudo o mercado criativo, transformação digital e tudo que envolve inovação em gestão e negócios criativos. Sou Jornalista, Fotógrafa, Filmmaker, Educadora e Palestrante, além de pesquisadora autônoma. Dentro de nossa classificação pra Economia Criativa, sou da área de Comunicação Instantânea, com especialização em conteúdo Multimídias e em StoryMídias, com especialização em Audiovisual. "Espero contribuir com um conteúdo que inspire e ajude as pessoas a fazer um melhor proveito da criatividade, gestão e autonomia de carreira e negócios nas áreas criativas e no mundo digital". Se quiser conhecer um pouco de meu olhar criativo, acesse www.patriciabernal.me

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